quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019


No Mirante...

No Polo Petroquímico de Camaçari, hoje chamado de “Complexo Industrial Integrado” no tempo da primeira denominação, havia um restaurante em um ponto alto e destacado logo na entrada principal pela rua Eteno, popularmente designado com “O Mirante do Polo”.

Naquele tempo os “grandões” do polo costumavam fazer suas refeições nesse restaurante, eu fui de atrevido duas ou três vezes lá.

A vista sempre foi um dos destaques do local, lá de cima se tem uma vista privilegiada do complexo e acontece uma peculiar situação em época de lua cheia, do mesmo local você consegue visualizar o “pôr do sol” de um lado e o “nascer da lua” do outro como está retratado na foto de hoje. Que fez parte da minha 4ª Exposição Individual “Olhar” em 2012.

Hoje em dia o restaurante não funciona mais, o acesso ao local não é mais permitido, existem lá apenas antenas de comunicação, era um lugar que eu gostava muito de ir, assim como os casais de namorados que se inspiravam com céu estrelado, sem se incomodar com o cheiro de poluição.

Essa foto foi feita em um dia 07 de fevereiro, como hoje, só que em 2012 e com Lua Cheia ás 18horas e 19 minutos (viva o EXIF) com uma Canon T2i, espetada em uma objetiva também Canon, modelo 70–200L, configurei o ISO em 100, abertura F/5,6 e a velocidade em 1/60 seg.
A pôs produção foi feita na dupla Lightroom / Photoshop.

38/365 - O desafio é "Uma foto, uma história" por dia!
Por Marilton Trabuco.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019


Vaqueiros do Raso da Catarina

Ontem fui buscar o meu exemplar do livro “Vaqueiros do Raso da Catarina” item que faltava na minha coleção de obras do meu amigo Rui Rezende.

Uma coletânea de imagens incríveis, de um povo forte, que vive em um lugar onde os fracos não teriam a menor condição de existir, ainda estou absorvendo as imagens de Rui e os textos de Cicero, fica aqui a minha recomendação e a transcrição dos autógrafos que ganhei neste maravilhoso trabalho de registro de trabalhadores pouco valorizados, mas agora eternizados.

Salvador, 07/02/2019
Marilton Trabuco,
Faça um passeio encantado por esse universo nordestino cheio de beleza e magia!
Boa Leitura
Cicero Felix

É com muita alegria que dedico mais este livro ao querido amigo Marilton Trabuco, forte abraço.
Rui Rezende

A foto de hoje é na verdade uma montagem, junta minha mão segurando o livro e os autógrafos reproduzidos usei uma Canon 7D, abertura f/4, velocidade 1/250s e ISO 400, com uma lente 17-85 IS Canon.

A pôs produção foi feita na dupla Lightroom / Photoshop.

37/365 - O desafio é "Uma foto, uma história" por dia! Por Marilton Trabuco.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019


Polo Petroquímico

Eu estou em Camaçari, por causa do complexo petroquímico que é nosso vizinho, fonte de riqueza e preocupação. Meu pai veio trabalhar aqui nos anos 70.

Há alguns dias a Petrobras anunciou a “hibernação” da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia (Fafen-BA), acontece que essa é a primeira unidade industrial que entrou em operação em Camaçari em 1971, na época com o nome de NITROFERTIL, a hibernação noticiada, foi adiada duas vezes, mas parece que dessa vez é para valer, não só a daqui como também a da cidade sergipana de Laranjeiras.

Isso representa só em Camaçari cerca de 500 postos de trabalho, diretos e indiretos segundo informações do sindicato dos petroleiros, a Petrobras alega que a unidade vem dando prejuízo e que desativar é a melhor opção. As indústrias de fertilizantes passaram a utilizar matéria prima importada, que não geram empregos no Brasil.

Essa foto foi feita hoje com uma Canon T3i, com uma objetiva também Canon, modelo 17–85, configurei o ISO em 100, abertura F/22 e (baixa) velocidade de 26 seg.

A pôs produção foi feita na dupla Lightroom / Photoshop.
36/365 - O desafio é "Uma foto, uma história" por dia!
Por Marilton Trabuco.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Belezinha.

Na fotografia de natureza, eu idealizo a foto perfeita, a luz, o fundo, o cenário, enfim eu crio a foto ideal na minha cabeça, na maioria das vezes isso vira um “devaneio”, não é o caso dessa foto especificamente, quando cheguei nessa bromélia e vi a florzinha no topo do pendão, idealizei na hora a cena... ai entra a paciência! Cheguei perto das 6 da manhã, consegui a foto as 9:45.

Os beija flores criam roteiros, e nas primeiras horas da manhã eles visitam as flores dentro desse roteiro, e sendo assim o protagonista da foto voltada ao cenário a cada 15 a 20 minutos, só que “beijava” todas as outras flores e evitava a minha predileta, depois de quase quatro horas camuflado, em pé e segurando o equipamento (que vai ficando pesado a cada minuto) calor, mosquitos, sede depois que a agua acabou, vem a recompensa. BINGO, ai está a foto como eu tinha imaginado.

Essa foto completa hoje 7 anos, utilizei uma câmera Canon T2i, com uma objetiva também Canon, modelo 70 – 200L, configurei com ISO 100, abertura F/2,8 e velocidade 1/1600 seg.

A pôs produção foi feita na dupla Lightroom / Photoshop.

35/365 - O desafio é "Uma foto, uma história" por dia!
Por Marilton Trabuco.

domingo, 3 de fevereiro de 2019


A Mesa é minha.

Domingo de verão... Acordei cedo, preparei o café, hoje rolou banana da terra cozida, com sanduíche de queijo, presunto e ovo frito e leite com chocolate.

Depois de forrar o estomago, partiu praia, na verdade rio, tá certo que é um rio com água salgada, resumindo fui para Barra do Jacuípe, como cheguei cedo não tive dificuldades em estacionar, coloquei o carro próximo a igrejinha, atravessamos o rio em um dos barquinhos que fazem o serviço (R$ 5,00 para ir e voltar) na nossa companhia outras 5 pessoas e uma maldita caixa de som portátil, já repararam que a qualidade da música é inversamente proporcional a potência da desgraça da caixa. Nesse caso não foi diferente, o cara tava ouvindo uma desses “pancadões” absurdos.

Fizemos o que? Esperamos a galera do paredão decidir para que lado iriam, e eu fui para o lado contrário, fui ver a praia, afinal ontem foi dia de Iemanjá, e eu gosto de ver o que aparece na praia no dia seguinte, tinha muita flor, e tinha um pente amarelo que Iemanjá não quis ai peguei pra mim.

Depois fiquei perto da curva da barra, a maré baixando, tomando banho na beirada, fotografando as cenas que se apresentavam, lá por volta das 10 horas resolvemos voltar para o outro lado do rio, para comer um acarajé e voltar para casa, praia pra mim é até as 11 horas.

Fomos para a famosa barraca da Jajá, cerveja para Karime e acarajé e abará para nos dois, tudo tranquilo, a história pitoresca aconteceu quando já na barraca decidimos mudar de mesa por conta do calor provocado pelo sombreiro muito baixo, decidi ir par uma outra mesa onde seria mais confortável e dava para ver o rio e fotografar, fui tranquilamente para a mesa desocupada em outro canto da barraca, chegando próximo a mesa já tirando a mochila das costas, me aparece uma senhora, transloucada, atirando uma toalha na mesa para ter o direito de ocupa-la, sinceramente eu fiquei sem ação, nunca vi uma coisa daquela, a senhorinha depois de jogar a toalha na mesa veio correndo tomar posse do local, ridículo, tinha um grupo de motociclistas em uma mesa ao lado que também ficaram de boca aberta quando descobriram que eu não tinha nenhuma relação com a “posseira”, depois o episódio virou piada.

Depois disso comprei um peixe e vim para casa preparar e comer uma “moquequinha” e assistir o jogo do Flamengo.

A foto de hoje também foi feita hoje, utilizei uma câmera Canon T3i, com uma objetiva também Canon, modelo 17-85 IS, configurei com ISO 100, abertura F/10 e velocidade 1/500 seg.

A pôs produção foi feita na dupla Lightroom / Photoshop.

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Por Marilton Trabuco.

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Odoyá...

A foto de hoje foi feita hoje, utilizei uma câmera Canon T3i, com uma objetiva também Canon, modelo 17-85 IS, configurei com ISO 100, abertura F/10 e velocidade 1/500 seg.

Mais uma vez fui ao Rio Vermelho, saudar Iemanjá, hoje um sábado de verão em uma cidade cheia de turistas, a festa de Iemanjá “bombou” como se diz em bom baianês.

Muita gente, muitas rosas, muita alfazema, tudo em grande quantidade, inclusive os fotógrafos.
Fiquei na festa até perto do meio dia, quando decidi voltar para casa, tive uma surpresa... O carro tinha sido guinchado e recolhido ao deposito da “Transalvador” uma situação muito complicada, fui vítima da “gang dos flanelinhas”, os caras montaram um estacionamento pirata o que ocasionou a minha desventura junto a autoridade de transito da capital baiana, eu e mais uns 30 motoristas, o pátio da Vasco da Gama ficou cheio.

A festa continua lá e provavelmente tem gente que nem percebeu ainda que o carro não está onde foi deixado, e sim na “Transalvador” e ai agora, só segunda feira.

A pôs produção foi feita na dupla Lightroom / Photoshop.
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Por Marilton Trabuco

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Festival de Verão, Festival mesmo!

Dia primeiro de fevereiro de 2009, que foi um sábado, e trouxe para a Soterópolis a atração internacional do Festival de Verão a canadense Alanis Morissette, não que eu seja um fã, mas mesmo não tendo uma relação mais estreita com o repertório dela fui lá conferir, ela fez um bom show, dentro de uma programação bem “diversificada”.

A noite começou com o Olodum (Samba Reggae / Axé) depois foi a vez do Capital Inicial (Pop / Rock), Alanis (Pop) e completou a grade Vitor e Leo (Sertanejo) e Psirico, e eu já em casa nessa hora.

Outra foto com dez anos, utilizei uma câmera Canon XTi, com uma objetiva também Canon, modelo 75-300, configurei com ISO 1600, abertura F/5,6 e velocidade 1/125seg.

A pôs produção foi feita na dupla Lightroom / Photoshop.
32/365 - O desafio é "Uma foto, uma história" por dia!
Por Marilton Trabuco.